Seu corpo, meu templo
"Eu quero fazer do teu
corpo o meu caderno de bobagens soltas depois de cada amor. Um caderno que vai
se apagar a cada banho pra eu escrever de novo e de novo, passarei horas e
horas a admirá-lo, as coisas mais bonitas eu escreverei e como muitas das coisas
bonitas, as palavras vão embora com a água, mas se você quiser eu posso ficar, juro que no medo do escuro eu aperto a sua mão e digo que está tudo bem,
lembro-me do verso mais bonito que eu estiver escrito, sussurro no seu ouvido e
nós dormiremos bem, enquanto a cidade inteira acorda".
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