quarta-feira, 10 de julho de 2013

Seu corpo, meu templo

Seu corpo, meu templo



"Eu quero fazer do teu corpo o meu caderno de bobagens soltas depois de cada amor. Um caderno que vai se apagar a cada banho pra eu escrever de novo e de novo, passarei horas e horas a admirá-lo, as coisas mais bonitas eu escreverei e como muitas das coisas bonitas, as palavras vão embora com a água, mas se você quiser eu posso ficar, juro que no medo do escuro eu aperto a sua mão e digo que está tudo bem, lembro-me do verso mais bonito que eu estiver escrito, sussurro no seu ouvido e nós dormiremos bem, enquanto a cidade inteira acorda". 

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