Entraram pela casa já agarrados um ao outro como se fossem morrer se não fizessem aquilo, mas eu vou deixar ela contar pra vocês, ela sabe contar bem melhor do que eu.
Tinha bebido muito vinho e tudo estava meio estranho, pela primeira vez na minha vida eu tinha usado outras substâncias além de álcool e minha pele perecia ser feita de veludo, eu estava dando choques. Devo admitir que desde antes de o vinho ou todas as outras coisas fazerem efeito eu já estava olhando para aquela camisa social, imaginando como seria ali em baixo.
Depois de um tempo de conversa, o papo todo era muito bom, mesmo assim eu só pensava: "Santo deus, eu quero foder agora". Não vou botar a culpa no vinho, se estivesse sóbria pensaria a mesma coisa, talvez com um pouco menos de imaginação, mas pensaria. Porém, o controle era necessário, estávamos na casa de uns amigos dele e eu não podia ir além da viagem em que todo mundo estava.
De repente, música nos meu ouvidos, ele disse: "Vamos embora, pra minha casa?". Sem pensar eu falei: "Vamos". Acho que até falei meio alto. No carro, a cada semáforo era uma verdadeira loucura, ora por favor, aquele homem vinha me seduzindo a uma semana, acreditem uma semana pra ele é muito, com todos aqueles papos e gestos e ações surpreendentes, estudava história, escrevia, era músico e não era uma completa aberração da natureza em termo físicos, mas isso era mero detalhe pra ele.
Em uma semana filha, ele viraria sua cabeça como virou a minha. A cada passada de marcha uma passada de mão na minha perna e parecia que um raio caia na minha cabeça toda vez. Entramos pela casa como dois animais no cio, eu presa na cintura dele, só continuando o que começou no elevador, não sei como mas sem olhar ele abriu a porta de casa.
Entramos pela sala, cada beijo dele era como se mil bombas explodissem entre as minhas pernas, o jeito como passava a mão pela minha bunda e subia pelo meu pescoço segurando meu cabelo...
Me prensou na parede e me fez sentir a cabeça bater na parede mas aquilo foi muito bom e com uma habilidade de quem já tinha feito aquilo muitas vezes abriu meu sutiã com uma mão só.
Abaixou as alças do meu vestido, descia com aquela maldita boca carnuda pelo meu pescoço até chegar nos meus seios e me fazer sentir quase que a alma sair do corpo, a cada mordida, lambida e chupada que dava.
Não aguentei, rasguei a camisa dele com tudo, eu precisava rasgar a camisa dele, nós não pensávamos, estava claro nas expressões de cada um. Logo tirou todo o resto do vestido ali de pé mesmo foi descendo, eu não estava de calcinha, tinha uma intenção naquela noite e já sair de casa com ela.
Ele enfiava aquela língua desgraçada no meio das minhas pernas, passava, encostava as lábios, me destruía a cada movimento da união perfeita daqueles lábios e língua com a minha buceta.
Depois, nem quis que fizesse nada pra ele, me carregou novamente e me jogou contra o guarda-roupa com tamanha brutalidade que a porta em que ele me encostou se partiu ao meio.
Mas a única coisa que eu conseguia pesar era: "Enfia esse caralho em mim" E ele enfiava e como enfiava, eu gemia alto como nunca na minha vida. Eu sussurrava no ouvido dele: "Não pare, não pare, por favor" A cada pancada que eu tomava, cada xingamento que eu fazia e recebia era uma onda de choque pelo meu corpo.
Depois de sei lá quanto tempo, a coisa mais perfeita que poderia acontecer aconteceu, gozamos ao mesmo tempo, foi a melhor gozada da minha vida, nunca me sentir tão bem e ter conquistado um cara, vocês não acham mesmo que ele me conquistou, não é?
Eu fui pra minha casa, ele ficou na dele, tomara que continue na ilusão de que conquista mulheres e tantas outras, assim como eu, iludam ele, vai fazer bem pra elas e pra ele.
Ass: Ela, uma mulher feliz e que faz o que quer.
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